A BBC 4 disponibiliza o acesso a cinco belos mapas históricos, que podemos ampliar e ver com detalhe. Um clique sobre "Digital Worlds" leva-nos aos mapas digitais dos nossos dias. Aqui.
sábado, 10 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Dossiê XV - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. O CASO DE PORTUGAL: AMBIENTE E RECURSOS
O ALEA - Acção Local Estatística Aplicada - constitui-se como um contributo para a elaboração de novos suportes de disponibilização de instrumentos de apoio ao ensino da Estatística para os alunos e professores do Ensino Básico e Secundário. Este projecto nasceu de uma ideia conjunta da Escola Secundária de Tomaz Pelayo e do INE, assente nas necessidades e estruturas que os intervenientes possuem. Aqui.
A área Dossiês Didácticos foi concebida para apoiar a elaboração de materiais didácticos sobre temáticas variadas (População e Demografia, Inquéritos, Inflação e Preços, Gráficos em Estatística, etc.).
Apresenta-se agora o Dossiê XV: “Portugal: Ambiente, Recursos e Desenvolvimento Sustentável”. Neste dossiê pretende-se abordar o tema do Desenvolvimento Sustentável, num ano particularmente importante nesta área: após a Cimeira de Copenhaga, o mundo tenta acordar um novo regime internacional do clima para o período posterior a 2012, data em que o Protocolo de Quioto, assinado em 1997, na terceira Conferência climática (COP 3), deixa de vigorar. Particularizando, queremos enquadrar o que se tem feito em Portugal, nas últimas três décadas e meia, e o que ainda falta fazer neste domínio. Queremos saber qual tem sido a nossa contribuição para esta batalha global que é a de melhorar as condições de habitabilidade do nosso planeta.
Aqui.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ilha reciclada
terça-feira, 6 de julho de 2010
Índice de Estados Falhados (Failed States Index), 2010
O termo controverso Estado Falhado - Failed States - refere-se aos estados-nação fracos ou vulneráveis devido à falta de autoridade do seu governo a gerir os seus recursos, quer por razões externas (bloqueio ou ocupação militar), quer internas (incapacidade de organizar a sociedade civil sobre a tributação, saúde, trabalho, segurança ...).
Desde 2005, a organização Fund for Peace dedica-se à promoção sustentável da segurança e publica um índice anual de Estados falhados (Failed States Index), e que pode ser encontrado aqui.
Acaba de ser publicado o índice para o ano de 2010 e pode ser consultado aqui. De um total de 177 Estados, apenas 26 países aumentaram a segurança. Liderando o ranking da vulnerabilidade: Somália, Chade, Sudão. Na cauda (ou seja, Estados que melhor satisfazem os seus compromissos), os países nórdicos.
Visite aqui o mapa interativo, com informações detalhadas de cada país . É utilizada uma escala de 5 graus de decomposição, que vão desde a crítica a muito estável
Daqui
For the last half-decade, the Fund for Peace, working with Foreign Policy, has been putting together the Failed States Index, using a battery ofindicators to determine how stable -- or unstable -- a country is. But as the photos here demonstrate, sometimes the best test is the simplest one: You'll only know a failed state when you see it.
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SEFSTAT com dados de 1980 a 2010 - o novo serviço de estatísticas sobre imigrantes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEFSTAT com dados de 1980 a 2010 – o novo serviço de estatísticas sobre imigrantes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras português (SEF) construi um serviço online para difundir as estatísticas sobre os movimentos migratórios (incluindo que afectam portugal. Chamaram-lhe SEFSTAT e agrega informação estatística desde 1980. Alem do acervo histórico há ainda informação organizada por distritos e um repositório de todos os relatórios estatísticos desde 2000 até à actualidade. Segundo o SEF, em 2009 residiam legalmente em Portugal pouco mais de 450 mil indivíduos com outras naturalidades.
Sendo certo que se trata de informação útil é também inegável que a qualidade da informação estatística disponibilizada não é igual, sendo claramente superior e mais fiável desde meados da primeira década de 2000, após o SEF ter passado a cooperar de forma mais próxima com o INE que instituiu um conjunto de princípios de recolha e actualização de dados que, naturalmente, não eram devidamente seguidos numa instituição à altura pouco sensível à recolha estatística.
Este é assim mais um passo importante na difusão de informação de interesse público, dados que poderemos cruzar com particular interesse quando ocorrer a próximo operação censitária em Portugal.
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domingo, 4 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Estatísticas | Obter e usar dados | Relatórios do Desenvolvimento Humano (RDH) | Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)
Statistics | Getting and Using Data | Human Development Reports (HDR) | United Nations Development Programme (UNDP)
Desde 1990 que o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/UNDP) publica anualmente o Relatório do Desenvolvimento Humano (RDH). Para além de constituir uma referência nos estudos sobre Desenvolvimento Humano, o Relatório tem sido sistematicamente utilizado como fonte de informação para o ensino de questões relacionadas com a Geografia do Desenvolvimento.
O sítio Internet do PNUD (http://www.undp.org) passou a incluir a partir de 2009, para além do texto integral do Relatório e as respectivas tabelas de indicadores, aplicações de visualização cartográfica que podem ser utilizadas de forma simples e útil nas aulas de Geografia.
Em particular a página relativa a "Ferramentas Estatísticas para o Desenvolvimento Humano" (http://hdr.undp.org/en/statistics/data/) contém informação geográfica de grande interesse:
- Get data by country, indicator or table from the 2009 Report - permite seleccionar e visualizar dados estatísticos do último relatório por país, indicador ou tabela. Permite guardar o anexo estatístico do RDH em formato pdf ou as tabelas anuais ou as tendências de evolução em formato xls, que permite o seu tratamento numa folha de cálculo.
- Human Development world maps - permite visualizar mapas animados de 4 indicadores do RDH e da sua evolução;
- Motion Chart – Human Development Index Trends (1980-2007) - um gráfico animado que constitui um execelente recurso para visualização pelos alunos.
- Human mobility - migration data - dados sobre migrações a nível mundial retirados do RDH 2009. Para além dos dados inclui um mapa interactivo, um questionário e vídeos;
- Climate change - carbon footprint data - dados sobre alterações climáticas retirados do RDH 2008;
- Human development in animation - animações sobre indicadores de desenvolvimento;
- Tools for calculating the indices - ferramentas que explicam de maneira simples como se calculam os índices de desenvolvimento.
A página "Ferramentas Estatísticas para o Desenvolvimento Humano" está disponível em inglês, francês e espanhol. O texto do RDH está também disponível em português.
Fonte
Fonte
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O declínio da pobreza nos países em desenvolvimento
What’s changed? In large part, the answer is China. Its absolute poverty fell from about 60% in 1990 to only around 16% in 2005. India, too, saw some progress, as poverty fell from 60% to 42%.
China and India lead what a new report, Perspectives on Global Development: Shifting Wealth, calls the “converging” countries – about 65 poor and middle-income economies that have grown twice as fast as richer OECD ones over the past 20 years. Wealth is shifting to previously lagging regions and is helping to reduce absolute poverty.
The shift is not enough to end poverty of course–factors such as governance are also key. Indeed, some countries in Sub-Saharan Africa have notched up impressive earnings from natural resources but have seen few benefits reaching the poor, whereas some other countries that have enjoyed no economic convergence at all have made impressive inroads on poverty.
Still, the shifting economic geography could boost these “poor” or “struggling” countries over the longer term, as emerging economies like China and India create new flows of aid, trade and investment in the developing world. For example, they now give over 100 times more aid to developing countries than they did in 1990, while in Sub-Saharan Africa one of the most active investors is the Indian multinational Tata. If such shifts continue, the prospects for poverty reduction will surely continue strong too.
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