Este mapa, do The Economist, mostra-nos a evolução da obesidade no mundo entre 1980 e 2008 e baseia-se num estudo publicado na Lancet. Dados mais detalhados e mapas podem ser encontrados aqui.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
O "peso" do mundo
O mundo está a ficar cada vez mais gordo: com poucas excepções, o índice de massa corporal médio na maioria dos países do mundo tem aumentado desde 1980, de acordo com um projecto que acompanhou os factores de risco para a doença cardíaca e acidente vascular cerebral em 199 países, ao longo de 28 anos (desde 1980 até 2008). Veja aqui (The Washington Post) o gráfico interactivo e aqui o artigo relacionado.
A Amazónia precisa de ser salva
A BBC tem um acervo de imagens impressionantes da desflorestação da Amazónia ao longo dos últimos 30 anos. Esta floresta, alberga 13% da população brasileira e cerca de 65% está em território brasileiro. Mais de 40.000 espécies de plantas, incluindo 1.000 árvores diferentes, têm sido identificados na floresta. Segundo dados da World Wide Fund for Nature (WWF), é também abrigo de 427 espécies de mamíferos, 1.294 espécies de aves, bem como 30 milhões de pessoas, incluindo mais de 220 grupos indígenas. Agora há uma nova ameaça: a construção da 3ª maior barragem mundial. No declarado Ano Internacional das Florestas (2011), definitivamente, tem de ser salva. Correm na Internet várias petições.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
População Muçulmana
Utilizando o conjunto de dados "Muslim Populations By Country" do Guardian Datastore o blog Spatial Analysis produziu este mapa em que o tamanho do país representa a população muçulmana em 2010 e a rampa de cores a % esperada de crecimento/redução da população nos próximos 20 anos. Aqui.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Mapas dos protestos no Egipto
O NYT criou, com a excelência habitual, um mapa interactivo que segue o dia a dia dos protestos no Cairo. A ESRI, criou, também, um mapa que nos mostra os acontecimentos no Egipto, desde 25 de Janeiro de 2011, mas através das publicações nos media sociais, ou seja, YouTube, Flickr e Twitter. Aqui e aqui. Via The Map Room
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Bandeiras de todos os países do mundo
Basta passar o ponteiro do rato por cima do país no planisfério... abre-se uma janela explicando toda a simbologia da respectiva bandeira. Aqui
Nordeste da Austrália atingido pelo maior ciclone de sempre na zona
O ciclone Yasi, temido como o mais violento de que se tem registo na Austrália, atingiu esta quarta-feira a costa Nordeste do país, com ventos de 300 quilómetros por hora e perspectivas de elevada destruição, mas sem que houvesse registo de mortes.
Os serviços meteorológicos australianos estimavam que o ciclone Yasi — com categoria 5, a mais elevada na escala das tempestades tropicais — manteria a sua força destrutiva durante três ou quatro horas sobre o estado de Queensland. Mas ao romper da manhã (ao princípio da noite em Portugal), a tempestade de 500 quilómetros de extensão tinha já baixado para categoria 3 (à medida que vai penetrando terra dentro, e deixa de ser alimentada pelo calor das águas superficiais, perde força).
“Não vou minimizar a situação. Serão 24 horas duras. Esperamos pelo pior”, disse a governadora de Queensland, Anna Bligh. “Sem dúvida, vamos encontrar cenas de devastação e desgosto numa escala sem precedentes. Este ciclone não se parece com nada que tenhamos enfrentado como nação.”
A cidade de Tully, perto do local onde o ciclone atingiu a costa, “é uma cena de devastação”, disse o residente Ross Sorbello ao jornal "Sydney Morning Herald". Mas foi perto da cidade de Mission Beach, numa região onde vivem 400.000 pessoas e que atrai muitos turistas, para verem a Grande Barreira de Coral, que a tempestade gigante entrou mesmo em terra. Há informações que dão conta de 150.000 casas sem electricidade. Ondas de nove metros foram identificadas ao largo.
Cerca de 11 mil cidadãos procuraram abrigo em centros de evacuação. O Governo australiano colocou 4000 soldados de prontidão em Townsville, onde a subida do nível do mar podia deixar 30 mil casas debaixo de água. A aproximação do ciclone paralisou a produção de cobre e as exportações de açúcar e de carvão da região.
Em Dezembro e Janeiro, o estado de Queensland enfrentou cheias sucessivas, que afectaram 70 cidades, provocaram pelo menos 35 mortes e deixaram um saldo de 730 milhões de euros em prejuízos directos.
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