terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Censos 2011: população portuguesa cresceu 1,9 por cento desde 2001
Portugal tem 10.555.853 habitantes, segundo os resultados preliminares dos Censos 2011 apresentados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística. A população cresceu 1,9 por cento desde 2001, data dos anteriores Censos.
O crescimento deveu-se sobretudo à imigração. O país ganhou cerca de 199.700 novos habitantes, mas apenas 17.600 (9%) devem-se ao saldo natural entre nascimentos e óbitos. O saldo migratório, entre os que entraram e saíram do país, é por sua vez responsável por 182.100 novos habitantes (91% do total).
O crescimento da população foi desigual, mantendo a tendência de concentração junto ao litoral. As maiores taxas de crescimento ocorreram no Algarve (14,0%), Madeira (9,4%), Península de Setúbal (8,9%), Oeste (6,6%) e Grande Lisboa (4,7%). O Grande Porto teve um aumento de 2,0%.
As capitais das duas áreas metropolitanas do país continuaram a perder população. No Porto, a queda foi de 9,7% e em Lisboa, 3,4%. Mas nos municípios vizinhos houve aumentos significativos, especialmente na zona de Lisboa, onde houve cinco concelhos com mais de 20 por cento de aumento: Mafra (41%), Alcochete (35%), Montijo (31%), Sesimbra (31%) e Cascais (20%). Na Área Metropolitana do Porto, a população aumentou mais significativamente na Maia (12,4%), Valongo (9,0%) e Vila do Conde (6,7%).
Em várais regiões estatísticas, inclusive em algumas junto à costa, como o Alentejo Litoral, Baixo Mondego e Minho-Lima, e em todo o interior do país, a população descresceu. A tendência foi mais acentuada na Serra da Estrela (-12,4%), Beira Interior Norte (-9,5%), Pinhal Interior Sul (-9,1%), Alto de Trás-os-Montes (-8,3%) e Douro (-7,2%).
A densificação populacional do litoral e a desertificação do interior continuam a estar relacionadas. “O saldo migratório [internacional] não é suficiente para explicar o crescimento do litoral”, afirma Fernando Casimiro, coordenador dos Censos 2011.
Os Censos 2011 apuraram ainda que há 4.079.577 famílias, 5.879.845 alojamentos e 3.550.823 edifcios no país. As famílias cresceram menos (11,6%) do que os alojamentos (16,3%) e os edifícios (12,4%). O Algarve e a Madeira foram as regiões com mais construções novas, em termos relativos, com uma subida de 37% e 36% por cento no número de alojamentos, respectivamente.
Os Censos 2011 custaram cerca de 46 milhões de euros ao Estado - 20 por cento a menos do que a factura dos censos anteriores, em 2001, a preços corrigidos. Cerca de metade da população respondeu aos questionários pela Internet. “É a taxa mais elevada até agora conhecida a nível internacional”, afirma Alda Carvalho, presidente do Instituto Nacional de Estatística.
Os dados preliminares dos Censos 2011 reflectem uma primeira contagem, dos grandes números. O tratamento de todas as questões contidas no questionário prossegue até ao próximo ano. Os resultados provisórios e definitivos serão divulgados no primeiro e quarto trimestres de 2012.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Dia mundial dos oceanos
Em comemoração do Dia Mundial dos Oceanos, o Google lançou uma quantidade significativa de novas imagens de alta resolução do fundo do oceano, principalmente da América do Norte!
Há 3,7 pessoas a trabalhar para cada pensionista
O envelhecimento da população está cada vez mais a fazer pressão sobre a Segurança Social: no ano passado, por cada idoso havia 3,7 pessoas a trabalhar, contra quatro registadas há sete anos. E a tendência é para piorar. O dado integra as estimativas sobre a população residente do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgadas ontem.
Segundo os dados do INE, o índice de dependência dos idosos - que mede a relação entre a população com 65 ou mais anos e o número de pessoas entre os 15 e os 64 anos - atingiu os 27,2 pontos no ano passado, contra 26,7 no ano anterior. Contas feitas, significa que "por cada idoso, havia no ano passado 3,7 trabalhadores", explica ao Diário Económico o especialista em Segurança Social e professor na Universidade Católica Miguel Gouveia.
"Cada vez há menos pessoas a trabalhar para ‘sustentar' cada pensionista. O envelhecimento da população vai continuar e estamos cada vez mais longe de chegar a uma situação estável", sublinha Miguel Gouveia.
Jornal Económico 08-06-11
terça-feira, 7 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)

