sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Conteúdo interactivo do The Office for National Statistics

aqui postei sobre o conteúdo interactivo do The Office for National Statistics - ONS (UK Statistics Autority) - nomeadamente sobre as pirâmides etárias interactivas do Reino Unido.

Agora, podemos consultar mais conteúdo interactivo da ONS aqui. Iremos encontrar mapas animados da esperança de vida, fertilidade, mortalidade (e muito mais), ou mesmo as deslocações na grande Londres, 2001 (mapa em baixo) etc.





quinta-feira, 1 de setembro de 2011

População em bairros de lata na África urbana


[image credit: Riccardo Pravettoni - UNEP/GRID-Arendal]

terça-feira, 19 de julho de 2011

Férias

sábado, 2 de julho de 2011

300 anos de combustíveis fósseis

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Censos 2011: população portuguesa cresceu 1,9 por cento desde 2001

Portugal tem 10.555.853 habitantes, segundo os resultados preliminares dos Censos 2011 apresentados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística. A população cresceu 1,9 por cento desde 2001, data dos anteriores Censos.

O crescimento deveu-se sobretudo à imigração. O país ganhou cerca de 199.700 novos habitantes, mas apenas 17.600 (9%) devem-se ao saldo natural entre nascimentos e óbitos. O saldo migratório, entre os que entraram e saíram do país, é por sua vez responsável por 182.100 novos habitantes (91% do total).

O crescimento da população foi desigual, mantendo a tendência de concentração junto ao litoral. As maiores taxas de crescimento ocorreram no Algarve (14,0%), Madeira (9,4%), Península de Setúbal (8,9%), Oeste (6,6%) e Grande Lisboa (4,7%). O Grande Porto teve um aumento de 2,0%.

As capitais das duas áreas metropolitanas do país continuaram a perder população. No Porto, a queda foi de 9,7% e em Lisboa, 3,4%. Mas nos municípios vizinhos houve aumentos significativos, especialmente na zona de Lisboa, onde houve cinco concelhos com mais de 20 por cento de aumento: Mafra (41%), Alcochete (35%), Montijo (31%), Sesimbra (31%) e Cascais (20%). Na Área Metropolitana do Porto, a população aumentou mais significativamente na Maia (12,4%), Valongo (9,0%) e Vila do Conde (6,7%).

Em várais regiões estatísticas, inclusive em algumas junto à costa, como o Alentejo Litoral, Baixo Mondego e Minho-Lima, e em todo o interior do país, a população descresceu. A tendência foi mais acentuada na Serra da Estrela (-12,4%), Beira Interior Norte (-9,5%), Pinhal Interior Sul (-9,1%), Alto de Trás-os-Montes (-8,3%) e Douro (-7,2%).

A densificação populacional do litoral e a desertificação do interior continuam a estar relacionadas. “O saldo migratório [internacional] não é suficiente para explicar o crescimento do litoral”, afirma Fernando Casimiro, coordenador dos Censos 2011. 

Os Censos 2011 apuraram ainda que há 4.079.577 famílias, 5.879.845 alojamentos e 3.550.823 edifcios no país. As famílias cresceram menos (11,6%) do que os alojamentos (16,3%) e os edifícios (12,4%). O Algarve e a Madeira foram as regiões com mais construções novas, em termos relativos, com uma subida de 37% e 36% por cento no número de alojamentos, respectivamente.

Os Censos 2011 custaram cerca de 46 milhões de euros ao Estado - 20 por cento a menos do que a factura dos censos anteriores, em 2001, a preços corrigidos. Cerca de metade da população respondeu aos questionários pela Internet. “É a taxa mais elevada até agora conhecida a nível internacional”, afirma Alda Carvalho, presidente do Instituto Nacional de Estatística.

Os dados preliminares dos Censos 2011 reflectem uma primeira contagem, dos grandes números. O tratamento de todas as questões contidas no questionário prossegue até ao próximo ano. Os resultados provisórios e definitivos serão divulgados no primeiro e quarto trimestres de 2012.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Resultados de censo brasileiro de 2010



O IBGE publicou mais uns quantos resultados do Censo brasileiro de 2010. Consultar aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dia mundial dos oceanos

Em comemoração do Dia Mundial dos Oceanos, o Google lançou uma quantidade significativa de novas imagens de alta resolução do fundo do oceano, principalmente da América do Norte!

Há 3,7 pessoas a trabalhar para cada pensionista


O envelhecimento da população está cada vez mais a fazer pressão sobre a Segurança Social: no ano passado, por cada idoso havia 3,7 pessoas a trabalhar, contra quatro registadas há sete anos. E a tendência é para piorar. O dado integra as estimativas sobre a população residente do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgadas ontem.
Segundo os dados do INE, o índice de dependência dos idosos - que mede a relação entre a população com 65 ou mais anos e o número de pessoas entre os 15 e os 64 anos - atingiu os 27,2 pontos no ano passado, contra 26,7 no ano anterior. Contas feitas, significa que "por cada idoso, havia no ano passado 3,7 trabalhadores", explica ao Diário Económico o especialista em Segurança Social e professor na Universidade Católica Miguel Gouveia.
"Cada vez há menos pessoas a trabalhar para ‘sustentar' cada pensionista. O envelhecimento da população vai continuar e estamos cada vez mais longe de chegar a uma situação estável", sublinha Miguel Gouveia.

Jornal Económico 08-06-11