quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Conhecer Lisboa para viver a cidade
A Fundação Francisco Manuel dos Santos acolheu esta iniciativa suscitada pela Câmara Municipal de Lisboa. Depois de a PORDATA ter editado o Retrato de Portugal para 2009 e 2010, rapidamente se verificou que manuais do mesmo género, simples, condensados, portáteis e compreensíveis, seriam de muito interesse para os habitantes, estudiosos e visitantes da cidade capital.
Com os dados que a equipa da Pordata recolheu para a evolução e a situação da cidade de Lisboa, foi possível traçar as linhas gerais e os contornos deste município. A realidade humana, social e económica fica aqui desenhada. No entanto, é verdade que nenhuma estatística resume uma cidade. Como também é verdade que todas as estatísticas merecem análise e interpretação. Para ultrapassar a frieza dos números, pedimos a algumas pessoas que nos ajudassem a pensar e a conhecer a cidade com as suas experiências e os seus gostos pessoais. Para conhecer o Retrato de Lisboa e estas opiniões, consulte os dois documentos disponíveis em baixo.
Consulte aqui o Retrato de Lisboa
11 Lisboetas convidam a pensar - Conhecer Lisboa para viver a cidade
http://www.pordata.pt/Comunicacao/37
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Mapa mostra local de queda de todos os meteoritos da história que já atingiram a Terra
Com base em informações do Meteoritical Society, o site CartoDB fez uma montagem com todos os lugares do mundo onde já foram registadas quedas de meteoritos em toda a história. Tratam-se de 35 mil objetos que já caíram na Terra e que são reconhecidos pela comunidade científica.
Nesta lista estão meteoritos achados na Antiguidade, como o Ur, que foi encontrado pelos mesopotâmios em torno de 2.500 a.C. Onde hoje em dia está o Iraque. A maior rocha extraterrestre já achada chama-se Hoba, é composta de aço, pesa 60 toneladas e foi encontrado na Namíbia em 1920.
As partes em vermelho mais escuro mostram os locais em que foram encontradas as maiores quantidades de meteoritos. Os círculos maiores se referem aos mais pesados. Vale lembrar que o mapa só faz registos oficiais, o que significa que podem existir muito mais meteoritos em locais poucos explorados, como o fundo dos oceanos ou dentro da Floresta Amazónica.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
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