sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Revolução tecnológica: o MAPA
Let me introduce you to a new bio-optical knowledge recording and dissemination system, responding to the trade name : MAP.
"Map" is an unprecedented technological revolution...
quinta-feira, 20 de junho de 2013
A respiração do planeta
This fascinating time-lapse animation from NASA shows how levels of carbon dioxide in the Earth's atmosphere are inextricably linked to seasonal cycles of vegetation growth and decay.
Carbon dioxide is shown as yellow-orange. Vegetation, green. The visualization is based on readings taken by instruments on the Aqua satellite from 2003-2010.
Credits:
NASA/Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio, NASA/JPL Atmospheric Infrared Sounder Project
Music: Kevin MacLeod, "Shores of Avalon"
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0
Etiquetas:
Ambiente,
Biodiversidade,
Vegetação,
Video
A Terra a partir da ISS
A Estação Espacial Internacional tem vindo a disponibilizar fotos magníficas do nosso planeta. Conheça-as a todas a partir deste link: http://goo.gl/nv26q
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Aerogerador marítimo Windfloat junto à Póvoa do Varzim
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| Retirado de: http://goo.gl/eQRbk |
A EDP, juntamente com a InovCapital e a Principle Power colocou a primeira torre eólica em alto mar do planeta. O sistema instalado é conhecido como “Windfloat” e inclui um aerogerador de 2 megawatts. Instalado ao largo de Aguçadora, este primeiro Windfloat inaugura uma serie de estações marinhas de aerogeração que irão surgir nos próximos anos.
O Windfloat congrega o esforço de mais de 60 empresas e institutos europeus e foi concebido para dispensar a instalação e manutenção sem o recurso a qualquer equipamento pesado, uma vez que foi completamente montado em terra firme, na Lisnave e só depois rebocado para aguas abertas no Atlântico.
O sistema estará em testes nas próximas semanas os quais a serem bem sucedidos irão abrir um novo capitulo na exploração da grande Zona Económica portuguesa no oceano Atlântico, garantindo assim a sua ocupação efetiva e a rentabilidade de um recurso que ainda hoje persiste essencialmente ignorado, mas que assim poderá contribuir não somente para as reduções das emissões nacionais de CO2 mas também para a independência energética do país.
Fonte: http://goo.gl/a11MQ
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