segunda-feira, 19 de maio de 2014

iGEO lança plataforma online de informação geográfica portuguesa




O Governo português estreou na semana passada um novo serviço na internet totalmente voltado para as temáticas da geografia, natureza, ordenamento e património em território luso. A plataforma iGEO pretende ser o principal repositório de informação geográfica de Portugal, disponibilizando uma grande variedade de dados que, além de poderem ser consultados, podem ser usados para o desenvolvimento de aplicações. Os dados estarão também disponíveis para o desenvolvimento de apps.

O serviço foi apresentado recentemente pelo ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva. No iGEO vai haver informação sobre cartografia, geodesia – estudo da forma e da divisão da superfície -, litoral, natureza, ordenamento e património, de acordo com o comunicado enviado às redações.

O iGEO condensa informações da Direção-Geral do Território (DGT), do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU). Os serviços da Administração Pública e aqueles ligados ao ensino vão poder aceder aos dados de forma gratuita, enquanto as empresas poderão ter acesso mediante a cobrança de “taxas justas”. Já as organizações não governamentais (ONGs) poderão aceder aos dados com desconto.

A acompanhar o lançamento da plataforma online há também o lançamento de três aplicações móveis que recaem sobre áreas específicas do tema da geografia: iGEO Ordenamento sobre edifícios georreferenciados, iGEO Natureza sobre áreas protegidas e iGEO Patrimônio sobre o planeamento do terreno. As aplicações estão disponíveis para Android.

Para conhecer o iGEO, clique aqui.

Fonte: Sapo

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Irradiância solar

terça-feira, 22 de abril de 2014

Mais de 16,1% do solo chinês está contaminado, reconheceu o Governo

Lixeira perto de uma fábrica de produtos químicos em Xiangfan, na província de Hubei, no centro do país REUTERS
Uma investigação realizada pelo Ministério da Protecção Ambiental chinês mostrou que 16.1% do solo chinês tem níveis de poluição bastante elevados, incluindo metais pesados. "Em 82,8% do território contaminado existem poluentes inorgânicos tóxicos, incluindo cádmio, mercúrio, arsénico e chumbo”.

Foram recolhidas amostras em 6,3 milhões de quilómetros quadrados do território (cerca de dois terços da área do país), e destes mais de um milhão encontra-se poluído, de acordo com estudo realizado entre 2005 e 2013. O Ministério da Protecção Ambiental chinês culpa a actividade agrícola pela contaminação do solo, mas também “outras actividades humanas”.

Sabia-se que este estudo existia, e tem suscitado muitos rumores, diz a AFP, pois as autoridades chinesas tinham-se recusado a torna-lo público no ano passado, considerando-o um segredo de Estado. Contudo, esta quinta-feira publicaram finalmente o estudo no site oficial do Ministério da Protecção Ambiental (www.mep.gov.cn).

As autoridades chinesas estão muito preocupadas com o impacto que a poluição está a ter na economia. “É difícil estar optimista com estes resultados”, disse o Ministério da Protecção Ambiental em comunicado.

Esta crescente degradação do meio ambiente é um grande flagelo para população chinesa, cada vez menos disposta a aceitar o sacrifício do ambiente e da sua própria saúde pelo crescimento económico.

A grande maioria dos rios na China encontra-se moderadamente ou gravemente poluídos e os escândalos sobre a contaminação das águas subterrâneas têm sido comuns. Isto sem mencionar as constantes notícias sobre a degradação da qualidade do ar, afectando regiões inteiras da segunda economia mundial.

A China anunciou, na semana passada, o seu primeiro projecto-piloto para o tratamento de metais pesados no solo, na província de Hunan. O mesmo local que, no ano passado, foi envolvido numa série de escândalos, devido à contaminação do arroz por cádmio (é um dos metais mais tóxicos, apesar de ser um elemento químico essencial).

O Ministério chinês da Protecção Ambiental já reconheceu também em 2013, a existência de algumas " aldeias do cancro ".

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Medir o êxito de um país pelo PIB ainda faz sentido?

Rápido crescimento económico não significa, necessariamente, mais qualidade de vida

Principal indicador económico há quase um século, seria o PIB (Produto Interno Bruto) a melhor forma de medir o êxito de um país?

Uma conhecida crítica ao PIB diz que ele "mede tudo, exceto aquilo que faz a vida valer a pena". A frase ficou famosa com a declaração de um integrante de um dos principais clãs políticos americanos, o ex-senador Bobby Kennedy, em 1968.

Em outras palavras, o PIB - que nasceu nos anos da Grande Depressão (anos 1930) e da Segunda Guerra (1939-1945) para mensurar o tamanho e a riqueza de uma economia - está irremediavelmente viciado como uma medida do bem-estar humano. E cada vez mais ele é questionado.

A ONG Social Progress Imperative, liderada pelo economista Michael Porter, da Universidade de Harvard, sugere uma revisão do índice. Não se trata de enterrar de vez o PIB, mas de complementá-lo com um índice que mede tudo, menos o rendimento econômico.

"Se você eliminar os indicadores econômicos", diz Michael Green, diretor executivo do grupo, é possível "ver a relação entre o progresso econômico e social e entendê-lo muito melhor".

BBC Brasil
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